Clínica Higashi

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Tratamentos e Serviços

Medicina Ortomolecular

O ortomolecular é uma prática da medicina que objetiva primariamente a prevenção e tratamento dos mecanismos bioquímicos causadores de doenças crônicas, utilizando de meios mais próximos do fisiológico e natural. Alguns princípios da prática ortomolecular: individualidade bioquímica, foco no paciente, equilíbrio dinâmico, interconexões entre os diversos sistemas fisiológicos, saúde como vitalidade, promover a desintoxicação natural do organismo.
Ortomolecular significa equilíbrio das moléculas. O ortomolecular é uma prática da medicina que objetiva primariamente a prevenção e tratamento dos mecanismos bioquímicos causadores de doenças crônicas, utilizando de meios mais próximos do fisiológico e natural. A prática da medicina ortomolecular deve ser feita de maneira personalizada pois vários mecanismos causadores de desequilíbrios bioquímicos do organismo devem ser avaliados.

Dr. Leonardo Higashi, diretor médico da Clínica Higashi explica o que é medicina ortomolecular.


Alguns princípios da prática ortomolecular:

Individualidade bioquímica: cada organismo têm a sua própria individualidade bioquímica que deriva de sua herança genética e influência ambiental. O que é bom para uma pessoa pode não ser bom para a outra pessoa, devido a individualidade bioquímica e hormonal que cada organismo possui.

Foco no paciente: foco no paciente é diferente de foco na doença. Na prática da medicina ortomolecular é mais importante equilibrar o organismo como um todo, para que o próprio organismo se restabeleça, ao invés de tratar a doença sintomaticamente.

Equilíbrio dinâmico entre o meio externo (ambiente em que vivemos) e o interno (nosso organismo). Fatores externos como poluição e stress interferem no nosso meio interno (organismo) e fatores internos interferem no modo como lidamos com o ambiente externo (sociedade, família e etc).

- Interconexões entre os diversos sistemas fisiológicos:  As pesquisas avançam e comprovam a interconexão de todo o nosso sistema no organismo. Por exemplo: alteração imunológica provoca doenças cardíacas; distúrbios hormonais provocam doenças mentais, deficiências vitamínicas causam  doenças  no sistema neurológico, ou seja, todo o nosso organismo esta interconectado.

Saúde como vitalidade: Saúde não é somente ausência de doença. Saúde quer dizer bem estar físico e metal, ou seja, sentir  sua plenitude de energia e vitalidade.

Promover a desintoxicação natural do organismo: meios naturais de promover a limpeza do organismo ajudam no processo de equilíbrio físico e mental. Intoxicações crônicas e agudas de metais pesados é associado a doenças no nosso organismo, o objetivo da medicina ortomolecular é reduzir ao máximo estas alterações, melhorando a saúde global do organismo

Na Medicina e Ortomolecular investiga os seguintes desequilíbrios clínicos e laboratoriais de maneira global: 
1-  Desequilíbrio do Organismo relacionado ao Meio Ambiente
2-  Desequilíbrio Inflamatório e Imune
3-  Desequilíbrio Microbiológico, Digestão e Absorção
4-  Desequilíbrio Estrutural da função da membrana celular para sistema Músculo Esquelético
5-  Desequilíbrio da Mente, Espírito, Emoção e Comunidade
6-  Desequilíbrio Hormonal e Neurotransmissor
7-  Desequilíbrio de Detoxificação e Biotransformação
8-  Desequilíbrio de Oxidação-Redução e Mitocondriopatias

Existe um equilíbrio no nosso organismo entre nossas defesas anti-oxidantes (AC) e os radicais livres (ROS). Um dos objetivos da prática da medicina ortomolecular é manter  este equilíbrio em favor dos anti-oxidantes (fatores de proteção celular).

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O objetivo da medicina ortomolecular é buscar o equilíbrio nutrológico preventivo, ou seja, impedir que uma fase intermediário de perturbação da função do organismo evolua para um estágio clínico de doença grave instalada.
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Diagnóstico e Tratamento de Intoxicação Crônica e Aguda por Metais Pesados
O modo de vida atual envolve o ser humano num ambiente onde a presença de metais tóxicos é permanente e quase sempre invisível, como a poluição, resíduos de combustíveis, tintas, amalgmas dentários, alimentos, alguns medicamentos, etc. Os metais pesados são metais quimicamente reativos  e bio-acumulativos, ou seja, o organismo não é capaz de eliminá-los.

Dr. Tsutomu Higashi, fundador da Clínica Higashi explica quais as conseqüências da Intoxicação Crônica de metais pesados no organismo, a medicina ortomolecular objetiva eliminar os metais tóxicos do organismo.
 
Os seres vivos necessitam de pequenas quantidades de alguns desses  metais, incluindo cobalto, cobre,  manganês, molibdênio, vanádio, estrôncio e zinco para a realização de funções vitais no organismo. Porém níveis excessivos desses elementos podem ser extremamente tóxicos.  Outros metais pesados como o mercúrio, chumbo e cádmio não possuem nenhuma função dentro do organismo e a sua acumulação pode provocar graves doenças.
 
A intoxicação por metais pesados pode ser aguda, é aquela na qual os sintomas surgem rapidamente, algumas horas após a exposição excessiva, por curto período ou crônica, que caracteriza-se por surgimento tardio, em meses ou anos, por exposição pequena ou moderada a produtos tóxicos ou a múltiplos produtos, acarretando danos irreversíveis, do tipo paralisias , neoplasias e aumento da chance de doenças neurodegenerativas. 

Os metais pesados são muito usados na indústria e estão em vários produtos. Apresentamos na tabela abaixo os principais metais pesados, suas fontes e seus riscos à saúde humana.  A Agência americana de Registro de Doenças e Substâncias Tóxicas (Agency for Toxic Substances and Disease Registry ) coloca os metais pesados entre os 3 primeiros na lista de prioridade em termos de exposição ambiental e doenças no organismo (Clique aqui e veja lista).

 


De onde vem


Efeitos


Alumínio

 


Produção de artefatos de alumínio; serralheria; soldagem de medicamentos (antiácidos) e tratamento convencional de água



Anemia por deficiência de ferro; intoxicação crônica


Arsênico


Metalúrgica; manufatura de vidros e fundições



Câncer (seios paranasais)


Cádmio


Soldas, tabaco, baterias e pilhas



Câncer de pulmão e próstata; lesão nos rins



Chumbo


Fabricação de reciclagem de baterias de autos; indústria de tintas, pintura em cerâmicas; soldagem



Saturrismo (cólicas abdominais, tremores, fraqueza muscular, lesão renal e cerebral)


Cobalto


Preparo de ferramentas de corte e furadoras


Fibrose pulmonar (endurecimento do pulmão) que pode levar a morte



Cromo


Indústria de correntes, esmaltes, tintas, ligas com aço e níquel; cromagem de metais



Asma (bronquite), câncer


Fósforo amarelo


Veneno de baratas; rodenticidas (tipo de inseticida usado na lavoura) e fogos de artifício


Náuseas, gastrite, odor de alho, fezes e vômito florescente, dor muscular, torpor, choque, coma e até a morte



Mercúrio


Moldes industriais, indústrias de cloro-soda, garimpo de ouro, lâmpadas fluorescentes



Intoxicação do sistema nervoso central


Níquel


Baterias, aramados, fundições e riquelagem de metais, refinarias



Câncer de pulmão e seios paranasais


Fumos metálicos


Vapores (cobre, ferro, manganês, níquel e zinco) da soldagem industrial ou da galvanização de metais



Febre dos fumos metálicos (febre, tosse, cansaço e dores musculares), parecido com pneumonia



Dentro do programa de medicina ortomolecular a intoxicação aguda e crônica por metais pesados são investigados, quando existe uma suspeita clínica e epidemiológica. Apartir da suspeita clínica são solicitados e realizados testes específicos para diagnosticar qual tipo de intoxicação esta interfirindo negativamente na saúde do indivíduo. Quando comprovado a intoxicação pode ser indicado tratamento para desintoxicação.

Veja abaixo explicação do Dr. Leonardo Higashi, médico da Clínica Higashi, sobre como as substâncias químicas podêm interfirir negativamente na nossa produção hormonal. Na medicina ortomolecular é estudado a influência da toxicidade ambiental na produção dos nossos hormônios.


Qualidade na formação médico profissional dentro da medicina na prática ortomolecular é fundamental para um ótimo resultado do tratamento: 
A prática da medicina ortomolecular deve ser praticada por profissionais médicos com experiência e treinamento em ortomolecular, pois para compreender o organismo de maneira global e seus desequilíbrios bioquímicos associados é necessário antes ter uma boa formação médica básica e ortomolecular. Por isso para se ter um bom resultado com a medicina ortomolecular é importante que o profissional seja médico (graduação em medicina com CRM) de preferência que já tenha uma especialidade médica clínica que serve de apoio para o tratamento ortomolecular (ex: nutrologia, neurologia, endocrinologia, entre outras) e que o profissional tenha treinamento em ortomolecular por centros de excelência.

A Clínica Higashi tem tradição na prática ortomolecular  no Brasil.
Em 1989, Dr. Tsutomu Higashi, junto com a família ( Dr. Rafael Higashi estava com 13 anos de idade e Dr. Leonardo Higashi com 11 anos de idade), a convite da Associação Médica Japonesa, inicia seus estudos na área de medicina ortomolecular aonde permaneceu até 1991. No Japão, a Associação Médica Japonesa de Medicina premia Dr. Tsutomu Higashi por contribuições na área da medicina ortomolecular.

Em sua volta ao Brasil, Dr. Tsutomu Higashi , inicia a primeira clínica a oferecer no Paraná tratamento médico ortomolecular, hoje presente também no Rio de Janeiro, referência no Brasil. Dr. Tsutomu Higashi torna-se personalidade importante na divulgação da medicina ortomolecular no país junto com Dr. Efrain Olszewer considerado autoridade internacional em medicina ortomolecular com mais de 40 livros publicados sobre medicina ortomolecular, presidente de honra da Associação Médica Brasileira de Oxidologia.

Foto de Dr. Tsutomu Higashi, no início da década de 90, presidindo o primeiro encontro sobre medicina ortomolecular no Paraná. Hoje a Clínica Higashi, localizada em Londrina e Rio de Janeiro é referência na prática da medicina ortomolecular em todo o Brasil.
Dr. Tsutomu Higashi organiza primeiro evento em medicina ortomolecular no Paraná(1).jpg

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