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30/7/2015 Medicina e envelhecimento: Deficiência do hormônio GH no adulto e envelhecimento
A deficiência de hormônio do crescimento (DGH) na vida adulta (DGHA) é entidade clínica bem estabelecida e o impacto do tratamento com hormônio do crescimento recombinante humano (hrGH) sobre a qualidade de vida do paciente é importante por tornar o indivíduo mais apto social e economicamente.

A deficiência de hormônio do crescimento (DGH) na vida adulta (DGHA) é entidade clínica bem estabelecida e o impacto do tratamento com hormônio do crescimento recombinante humano (hrGH) sobre a qualidade de vida do paciente é importante por tornar o indivíduo mais apto social e economicamente.

Dados epidemiológicos indicam redução na expectativa de vida em pacientes com DGHA a qual apresenta sintomas e sinais clínicos como fadiga, aumento da massa gorda, diminuição da massa muscular, diminuição da densidade mineral óssea e qualidade de vida, alteração no metabolismo dos lipídios e intolerância à glicose.

Esta síndrome também tem sido associada com a diminuição do desempenho cardíaco e redução da expectativa de vida. O envelhecimento dito como "normal" está associado com mudanças físicas idênticas às observadas em indivíduos com DGH, pois progressivamanete ocorre queda fisiológica na secreção de hormônio do crescimento (GH), que se inicia ao redor dos 30 anos, este processo é conhecido como "somatopausa", em média aos 60 anos temos menos da metade da quantidade de GH quando comparado aos 25 anos.

 

Gráfico abaixo demonstrando a queda do hormônio GH com a idade:

somatopausa.jpg

O que as pesquisas têm demonstrado é que a DGH antes dita como doença relativamente rara no adulto, é muito mais freqüente do que se imaginava, pois vários sinais e sintomas do envelhecimento, podem ser parcialmente ou totalmente revertidos com a reposição do GH.
 
Dr. Imre Zs Nagy fundador e editor chefe da prestigiada revista científica Archives of Gerontology and Geriatrics, declarou em entrevista após receber premiação da American Academy for Anti Aging Medicine: "A Sociedade deve aceitar a possibilidade de que os seres humanos podem controlar o seu tempo de vida... é importante ter uma organização que informe ao público a verdade".
 
Assista abaixo a entrevista do Dr. Imre Zs Nagy:

 

Dr. Tsutomu Higashi, coordenador do programa de envelhecimento saudável da Clínica Higashi integrante da primeira turma de médicos graduados no Brasil em master da ciência do anti-aging explica. "A medicina evoluiu de tal modo que hoje é inaceitável dizer que não se pode tratar do envelhecimento. Quando um não se preocupa em tratar preventivamente, posteriormente necessitará tratar da doença já instalada ".
 

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