Postado em 3/11/2011, por Dr. Tsutomu Higashi
Modulação hormonal com Hidrocortisona
Papel da Hidrocortisona na Fadiga Adrenal

O cortisol ou hidrocortisona é o principal Glicocortioide natural circulante no ser humano. Sua síntese é regulada pelo hormônio adrenocorticotrófico (ACTH), secretado pela hipófise anterior em resposta à liberação, pelo hipotálamo, do neuropeptídeo denominado fator liberador de corticotrofina (CRH). O hormônio antidiurético (ADH), a ocitocina e as catecolaminas podem influenciar o ritmo circadiano da secreção de ACTH, assim como estados de febre, hipoglicemia, estresse e alteração do ciclo de sono-vigília.


O cortisol nos mantém vivo graças   a trës poderosas propriedades essenciais. Aumento do açúcar no sangue (e portanto os níveis de energia), pressão arterial e neutralização da inflamação. O cortisol tem efeitos benéficos como a melhora do humor, dinamismo, capacidade de nos tornar ativos, resistëncia ao estresse, defesa imunológica, ação anti-reumática, ação anti-dor e muitas outras funções fundamentais. Outra função importante do cortisol é acalmar qualquer atividade excessiva do sistema nervoso simpatico, que produz adrenalina( neurotransmissor estimulante). Isso explica porque as pessoas com diminuição de cortisol muitas vezes tem altos níveis de adrenalina, pois perdem energia e a calma, regularmente explodindo emocionalmente.


O cortisol é o principal hormônio  relacionado ao stress. O cérebro estimula o seu lançamento no sangue em resposta ao estresse físico ou emocional. Ele ajuda o corpo regular a pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue. Os glicocorticóides são essenciais para a  nossa sobrevivência em períodos de jejum e fome; sem eles não seria realizada a reserva lipídica e proteica. Contudo, nestes períodos, a sua secreção sofre aumentos muito ligeiros e a exposição a níveis normais consegue mobilizar a reserva aminoacídica.


No aparelho cardiovascular, o cortisol amplia a ação catecolaminérgica, aumentando o tônus vascular e a força de contração miocardíca. Seu efeito inibitório na síntese das substâncias inflamatórias vasodilatadoras contribui na recuperação da pressão arterial em casos de hemorragia.


 A deficiencia de cortisol resulta na fadiga adrenal, que é um estado em que as glândulas supra-renais funcionam no limite inferior da normalidade. Não é uma deficiência completa de cortisol. A maioria dos pacientes portadores de deficiência adrenocorticotrófica pode se manter pouco sintomática na maior parte do tempo e passar despercebida pelo exame clínico rotineiro. Contudo, ao exame físico mais cuidadoso, pode-se observar diminuição de pêlos axilares e pubianos, palidez cutânea, descoramento de mucosa, despigmentação da aréola mamária e hipotensão postural. O diagnóstico de fadiga adrenal é feito pelo médico após exame clinico e laboratorial e exclusão de demais doenças. 

As principais queixas da fadiga adrenal são:


♣    Fadiga matinal (até 10hs), resiste em ir para cama à noite e trabalha melhor a noite; Se não dormir até 23h tem um novo período de “gás” até 01:00 ou 02:00h da manhã; Melhor sono é das 7 às 9h; Sente-se melhor após almoçar, piora de novo à tarde e melhora de novo depois das 18h;
♣    Depressão leve e falta de interesse pelas coisas; Falta de energia, grande esforço para qualquer atividade.
♣    Diminuição da habilidade para lidar com estresse;
♣    Necessidade de deitar após estresse físico ou mental;
♣    Fraqueza muscular e fadiga crônica;
♣    Maior suscetibilidade a alergias.
♣    Inchaço de tornozelos;
♣    Queda de pressão quando se levanta de repente;
♣    Prisão de ventre ou diarreia sob estresse;
♣    Vontade exagerada de comer salgados e gordurosos;
♣    Sintomas fortes da TPM.

A reposição da insuficiência adrenocorticotrófica com glicocorticóide é sempre indicada e indispensável em situações de estresse. Também existem estudos que indicam benefícios do uso de fitoterápicos na melhora da fadiga adrenal, mas esses só devem ser utilizados com supervisão de um profissional. A melhor opção é o tratamento com hidrocortisona bioidêntica associado à dieta específica.

Dicas nutrológicas para o paciente com deficiência de cortisol:


¥    Eliminar alimentos alergênicos da dieta,como frutos do mar, amendoim, laticínios, soja e glúten. Mas não retire nenhum deles de sua dieta, antes de uma avaliação de professional especializado e correta substituição.
¥    Não passar mais de 3 horas sem se alimentar e evitar alimentos de alto índice glicêmico (açúcar e farinha refinada), preferir os que liberam açúcar na corrente sanguínea lentamente.
¥    O consumo de sal é importante uma vez que há perdas significativas de sódio pela urina. A ingestão de água deve ser combinada com sódio (sal).
¥    Evitar alimentos ricos em potássio (abacate, banana, melão, kiwi, maracujá, água de coco) logo pela manhã, pois podem diminuir a absorção de sódio. Cuidado com os isotônicos que contém mais potássio do que sódio.
¥    Evite consumir no café da manhã alimentos estimulantes como café, refrigerantes, chá mate, chá preto, pois estes aumentam a liberação de aminas e fazem as adrenais fatigadas trabalharem mais, além do consumo destes alimentos serem fatores para gerar hipoglicemia de rebote, fator de estresse para a suprarenal que já está enfraquecida. Um sinal de que a pessoa possa apresentar algum estágio de fadiga da adrenal é o fato de não conseguir “funcionar” pela manhã sem o consumo de café ou outro estimulante.
¥    O consumo de vitamina C (acerola, laranja, morango, agrião, espinafre) é importante, uma vez que as adrenais utilizam de 10 a 15 vezes mais essas vitamina que outros órgãos, como o fígado e o cérebro;
¥    Consuma alimentos fontes de vitamina B5 (ácido pantotênico) como leite semi desnatado, salmão, gérmen de trigo, farinha de aveia, pois esta vitamina é precursora da co-enzima A, necessária para formação do colesterol, sem ele não há produção de hormônios adrenais.
¥    Em associação com o ácido pantotênico e a vitamina C está o consumo de magnésio (nozes, semente de abóbora, tofu, caju, pistache) que também desempenha papel importante na atividade adrenal.

Dr. Tsutomu Higashi, médico nutrólogo, pesquisador ortomolecular, master na ciência do anti-aging (antienvelhecimento) Tel: 43-33238744 (Londrina) ou 21-34398999 ( Rio de Janeiro)

Leitura complementar:
♣    Campos MV. Fadiga Adrenal – comum após períodos de estresse prolongado. Fevereiro, 2010. Disponivel em: http://www.revistavigor.com.br/2010/02/04/fadiga-adrenal-comum-apos-periodos-de-estresse-prolongado/. Acesso em 09/09/2011.
♣    Pereira ALC, et al. Uso sistemico de corticosteoides: revisao da literature. Med Cutan Iber Lat Am 2007;35(1):35-50. Disponivel em: http://www.medigraphic.com/pdfs/cutanea/mc-2007/mc071i.pdf. Acesso em 09/09/2011.
♣     Bertolucci P. Cortisol x Ganho de peso. Disponivel em: http://www.pbertolucci.com.br/sobrenutricao.aspx?sobre=2&codigo=195. Acesso em 12/09/2011.

 
 
Postado em 8/10/2011, por Dr. Rafael Higashi
O uso de células-tronco na artrose e clínica de dor
Clínica de dor: O uso de células-tronco na artrose

 

Nossa proposta é sempre estar um passo a frente quando o assunto é:  melhorar a vida de nossos pacientes, que confiam suas vidas em nosso tratamento.

Entre os assuntos que mais têm nos animado é a perspectiva da aplicação das células-tronco em diversar áreas mas principalmente do campo das doenças do envelhecimento como as artroses.

A osteoartrite ou artrose (artrite degenerativa, doença degenerativa das articulações) é uma perturbação crônica das articulações caracterizada pela degeneração da cartilagem e do osso adjacente, que pode causar dor articular e rigidez, este perturbação articular muito reqüente, afeta em algum grau muitas pessoas por volta dos 70 anos de idade, tanto homens como mulheres. Contudo, a doença tende a desenvolver-se nos homens numa idade mais precoce.

Recentemente visitamos uma Clínica de dor na Colômbia aonde observamos ótimos resultados da aplicação de células-tronco da medula óssea combinado com plasma rico em plaquetas na articulação do joelho e quadril.

Matéria publicada na ABC News em 09/05/2011, por LIZ NEPORENT, relata sobre esta técnica que estamos estudando:

abcnews.go.com/Health/GMAHealth/stem-cell-treatment-ease-osteoarthritis-pain-offeralternative/story

Mais informações sobre avanços na clínica de dor acessar o site:

http://www.estimulacaoneurologica.com.br/home.aspx

http://www.celulastroncobrasil.com.br/

 

 

 

 
 
Postado em 30/8/2011, por Andreia Nunes Higashi
Matéria no canal americano ABC News Health sobre hormônio GH no adulto
O uso do hormônio GH da mais vida e felicidade para casais

" O uso do hormônio de crescimento ( GH) no adulto já é uma realidade para pessoas comuns que buscam uma melhora do estado físico e mental,  antes a reposição do hormônio GH no adulto era realidade somente para artistas e personalidades como a atriz Suzanne Somers, o ator Nick Nolte e Sylvester Stallone", é o que diz reportagem deste mês de agosto no canal americano ABC news.

Apartir dos 30 anos o corpo e a mente começam a envelhecer e sintomas como cansaço, diminuição do humor, perda muscular, falha da memória, diminuição do libido e aumento de gordura começam incomodar a vida do indivíduo, este fenômeno do envelhecimento ocorre principalmente divido a queda hormônal, estresse e estilo de vida como alimentação ruim e sedentarismo.

Apesar do uso do GH ser seguro quando indicado por médico com experiência e certificação na área de anti-aging medicine ou age management medicine, o hormônio GH só deve ser suplementado quando existe um grau de diminuição comprovado por exame médico físico e laboratorial.

Assista abaixo a reportagem do canal americano ABC news Health no dia 09 de agosto deste ano com o título: Hormônio de crescimento ou GH - Injeções dão nova energia e vida mais feliz para casal.

Clique aqui e veja a reportagem no site oficial do canal americano ABC News Health

Mais informações sobre deficiência do hormônio de crescimento no adulto (GH) fique a vontade em ligar para Clínica Higashi tel: 43-33238744 (Londrina) ou 21-34398999 (Rio de Janeiro).

 
 
Postado em 28/6/2011, por Dr. Rafael Higashi
Clínica de dor: Plasma Rico em Plaquetas (PRP)
Clínica de dor com aplicação de Plasma Rico em Plaquetas (PRP)
O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) também conhecido como fatores de crescimento têm propriedades regenerativas na recuperação de lesões causadas por processos degenerativos ou traumático de tendões, músculos e cartilagens pois nas plaquetas são encontrados altas concentrações dos fatores de crescimento que são um conjunto de proteínas que desempenham importante função de estimular a proliferação celular. O Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é obtido através do sangue do próprio paciente que após recém colhido com citrato de sódio como anticoagulante é processado em uma centrifugadora especial para concentrar as plaquetas. Esse, então, é transferido para outro tubo e constitui o Plasma Rico em Plaquetas (PRP). Este processo permite a concentração de grande número de plaquetas em condições de liberar os fatores de crescimento, em um pequeno volume de plasma. O PRP ou Plasma Rico em Plaquetas é aplicado diretamente no tecido danificado (ex: articulação, tendão, músculo ou osso) dependendo da necessidade de cada paciente. A maior vantagem da aplicação do Plasma Rico em Plaquetas (PRP) é que o seu próprio organismo pode estimular a recuperação tecidual de alguma região já danificada. O tratamento com Plasma Rico em Plaquetas (PRP) ganhou atenção da mídia após grandes nomes do esporte como jogador de golf Tiger Woods, afirmarem que optarão pelo tratamento com Plasma Rico em Plaquetas (PRP) para tratamento da dor e lesões osteo-musculares. Veja reportagem abaixo sobre Plasma Rico em Plaquetas (PRP) e Tiger Woods no canal americano de notícias ABC news: É importante que as pessoas saibam sobre novas modalidades não invasivas de tratamento da dor, para terem outras opções não cirúrgicas e não medicamentosa. Para mais informações sobre clínica de dor e tratamento com Plasma Rico Plaquetas (PRP) ligar para 21-34398999 (Rio de Janeiro) ou 43-33238744 (Londrina)
 
 
Postado em 9/5/2011, por Dr. Rafael Higashi
Hipotiroidismo e o envelhecimento
Medicina Ortomoleccular: o hipotiroidismo acelera o processo de envelhecimento.

O hipotireoidismo é uma síndrome clínica resultante de uma deficiência dos hormônios da tireóide, que resulta em uma diminuição dos processos metabólicos.  A deficiência de hormônio da tireóide afeta praticamente todos os tecidos do corpo.


Em adultos, os sintomas mais comuns incluem fadiga, intolerância ao frio,  modesto ganho de peso devido à retenção de líquidos, constipação, ciclos menstruais intensos (nas mulheres) e dores musculares. Alguns pacientes podem também queixar-se da pele seca, queda de cabelo, falta de memória e concentração, e humor deprimido. Ao exame físico a pessoa com hipotiroidismo pode ter inchaço no rosto e nas mãos, cabelos grossos secos; reflexos profundos diminuidos, rouquidão, bradicardia, palidez e frieza afetiva.

 

 

O hipotireoidismo pode ser classificado como primário, secundário ou sub-clínico. Uma das causas mais comum de hipotireoidismo primário é tireoidite de Hashimoto, um processo auto-imune que ataca a glãndula  tireóide. Outras causas comuns de hipotireoidismo primário incluem  o uso de remédios como amiodarona, lítio, interferon alfa, a ingestão excessiva de iodeto, terapia com iodo radioativo para a doença de Graves; seqüela  de cirurgia para retirada da tireoide (tireoidectomia). O hipotireoidismo secundário é causada por problemas da hipófise (glândula que estimula a glândula tireoide a produzir hormônio) , este tipo de problema ocorre quando em casos de tumor na hipófise, radiação ou destruição da hipófise outros. 

 

Dentro da medicina ortomolecular hormônio da tireóide assim como outros hormônios são avaliados de maneira rotineira para saber se existem algum grau de deficiência clínica ou subclínica, pois a diminuição do hormônio da tireóide acelera o processo do envelhecimento e a qualidade de vida do indivíduo.

Dr. Rafael Higashi, médico do programa de medicina ortomolecular da Clínica Higashi e Centro Médico Athenas localizado em Londrina e Rio de Janeiro. 

 
 
Postado em 6/10/2010, por Dr. Rafael Higashi
Medicina e Antienvelhecimento
O QUE É SENESCÊNCIA ?

Até recentemente na história da humanidade não se discutia se o envelhecimento poderia ser  modificado ou tratado, porém com a evolução da sociedade junto com os avanços biotecnológicos fizeram esta geração questionar  este paradigma,  cientistas e médicos iniciaram a medicina antienvelhecimento ou medicina anti-aging como o objetivo de tratar e combater o declínio funcional do envelhecimento.


Um fato importante  que incomoda no envelhecimento não é o avanço da idade mas sim as alterações biológicas que o envelhecimento traz ao indivíduo. Estas alterações biológicas é o que chamamos de senescência. Por definição senescência é o termo para explicar as alterações celulares e teciduais do envelhecimento, por exemplo o cabelo branco.


Indivíduos envelhecem de forma diferente dependendo das variações genéticas e estilo de vida, por exemplo, estudos comprovam que pessoas estressadas vivem em média 7 anos a menos comparado com pessoas menos estressadas da mesma idade.


Em geral, exceto em condições patológicas como a doença de Alzheimer, o envelhecimento não afeta de forma drástica a personalidade do indivíduo mas pode alterar o nível de humor e a auto confiança, pois leva a diminuição da taxa de desempenho máximo de trabalho. Em nossos órgãos ocorre diminuição gradual de algumas funções como a capacidade respiratória máxima, fluxo sanguíneo renal, índice cardíaco e  força muscular.


O envelhecimento também declina nosso sistema sensório como a visão, a olfação, a audição e o  paladar , também afeta a nossa condução sensitiva nervosa, causando diminuição da nossa sensibilidade da pele.


Não existe uma causa única do envelhecimento biológico, pois os fenômenos da senescência são multifatoriais de causas genéticas e não genéticas.

 

Para explicar a importância da questão genética em relação a senescência podemos exemplificar a pequena diferença no tempo de vida comparando gêmeos idênticos (36 meses) em relação a gêmeos não idênticos  (74.6 meses), ou seja, gêmeos geneticamente idênticos têm menor variação de tempo de vida quando comparado com gêmeos geneticamente diferentes. 

Alto risco de doenças relacionados ao envelhecimento são observados em pessoas que são portadoras de genes que influenciam a velocidade do envelhecimento. Podemos citar por exemplo pessoas portadoras do gene apoliproteina E4 que têm aumento  da chance de desenvolver  a doença de Alzheimer.  Outro exemplo pessoas portadoras do gene homozigoto BB têm aumento do risco de desenvolver osteoporose, doença que limita o tempo de vida por aumentar a chance de fraturas e infecção hospitalar.

A sensecência "normal" é caracterizada então por alterações na aparência física, cabelo, pele, músculos, osso, tecido gorduroso o que é observado em pessoas na média da mesma idade.  O cabelo se torna mais fino, quebradiço e aumenta a queda,  a pele fica mais fina e enrugada, ocorre também edema ao redor das pálpebras. O músculo pode se tornar flácido inclusive com queda dos músculos da face. O ossos se tornam mais frágeis, aumentando a curvatura da coluna (cifose). Os órgãos internos também diminuem de tamanho, o cérebro por exemplo perde de 2 a 3 % do seu peso a partir dos 50 anos de idade, este fenômeno chamado de atrofia cerebral pode diminuir a velocidade do processo motor e mental no próprio envelhecimento dito como "normal" , lembrando que em casos patológicos como na Doença de Alzheimer esta atrofia cerebral é ainda mais acelerada.  Fadiga, depressão, ansiedade, insônia e problemas de memória tornam a vida ainda mais difícil com o envelhecimento. Na medicina anti-aging (medicina antienvelhecimento) tratamos para minimizar ao máximo os fenômenos relacionados a senesência "normal" , desta maneira, melhoramos a vida do indivíduo  de uma maneira global e ao mesmo tempo estamos prevenindo doenças de uma maneira pró-ativa. 


Existem ainda síndromes de envelhecimento prematuro, aonde o envelhecimento acomete de maneira rápida indivíduos mais jovens , como é o caso da Progeria, Doença de Hutchinson e síndrome de Gilford.

Mais informações sobre medicina anti-aging (medicina antienvelhecimento) fique a vontade em ligar para (43) 33238744 (Londrina) ou (21) 34398999 (Rio de Janeiro).

 
 
Postado em 27/8/2010, por Dr. Rafael Higashi
Neurologia e Antienvelhecimento (Anti-Aging) cerebral
Reposição hormonal bioidêntica na prevenção do envelhecimento cerebral

O envelhecimento cerebral inicia-se  ao redor dos 30 anos de idade , período a qual por dia iniciamos uma perda aproximada entre 10 a 100.000 neurônios por dia. A intensidade desta perda de neurônios depende de alguns fatores como estilo de vida.

Dentro do sistema neurológico a Doença de Alzheimer é a doença mais temida em termos de envelhecimento cerebral pois a medida que envelhecemos aumenta-se exponencialmente a chance de desenvolver este transtorno,  para se ter uma idéia aos 85 anos 35% da população mundial terá doença de Alzheimer. O objetivo da neurologia combinado com a medicina antienvelhecimento (anti-aging) é diminuir o risco da Doença de Alzheimer.

Já se sabe na neurologia que a Doença de Alzheimer atingi preferencialmente mulheres na pós menopausa, três mulheres para cada homem por  este motivo vários cientistas passaram a estudar o papel da falta do hormônio sexual feminino na progressão do envelhecimento cerebral.

O efeito do hormônio estradiol como neuromodulador já é bem conhecido, ele atua diretamente no cérebro através de diferentes mecanismos como o aumento dos níveis de neurotransmissores como a adrenalina, noradrenalina, acetilcolina e serotonina e diminuição da resposta inflamatória na placa neuronal atuando como potentes anti-oxidante diminuindo o stress oxidativo associado ao envelhecimento.

No homem,  o hormônio  sexual masculino também diminui com  o envelhecimento. O hormônio sexual masculino chamado de testosterona também têm o sua função de protetor cerebral. Uma pesquisa publicada em 2004 pela NEUROLOGY, revista médica neurológica de maior prestígio internacionalmente, demonstra que quanto menores os níveis de testosterona livre no homem, maior a chance de desenvolver a Doença de Alzheimer.

Este estudo foi realizado com 574 homens, com segmento de 19 anos pelo Instituto Nacional de Envelhecimento em Baltimore, Estados Unidos. Este estudo demonstra  que para cada aumento de 10 unidades (nmol/nmol) de testosterona livre no homem, ocorre diminuição de 26% no risco de desenvolver doença de Alzheimer. A reposição hormonal com testosterona bioidêntica  pode prevenir a toxidade de uma substância denominada de NMDA na região do hipocampo, área responsável pela memória em  seres humanos, observando ação antienvelhecimento (anti-aging) cerebral.

Hormônios bioidênticos são hormônios que têm exatamente a mesma estrutura química e molecular encontrada nos hormônios produzidos pelo nosso organismo e deve ser o tipo de hormônio de escolha no tratamento antienvelhecimento (anti-aging) com  reposição hormonal feminina e masculina.

Para informações sobre  tratamento antienvelhecimento(anti-aging) com reposição hormonal bioidêntica e neurologia entrar em contato com a Clínica Ortomolecular e Anti-Aging do  Centro Médico Athenas localizado no Rio de Janeiro e Londrina (www.ortomoleculardrhigashi.med.br), telefone: (43)33238744 (Londrina) ou (21)34398999 (Rio de Janeiro).

 

 
 
Postado em 30/7/2010, por Dra. Andrea Nunes
Reposição Hormonal Bioidêntica no Envelhecimento - Ortomolecular
Reposição Hormonal Bioidêntica no envelhecimento masculino e feminino


No tratamento ortomolecular a reposição hormonal é realizado de forma diferente do convencional, pois estudamos a relação da queda hormonal e o envelhecimento. Como  exemplo ao redor dos 30 anos de idade inicia-se a queda  de nossos  hormônios entre 1 a 3 % ao ano, consequentemente  aos 50 anos de idade, já existe uma queda entre 20 a 30% dos nossos principais hormônios, em muitos casos esta diminuição é ainda mais rápida e acentuada.

Apesar do declínio hormonal começar ao redor dos 30 anos, muitos jovens já podêm apresentar alterações hormonais ao redor dos 20 anos de idade, devido a fatores genéticos, stress, má alimentação, sedentarismo e doenças outras prévias que podêm desequilibrar o sistema neuro-hormonal.

A queda hormonal declina consideravelmente nosso nível de energia (física, mental e sexual) , diminui a ereção masculina, aumenta a secura vaginal, favorece o ganho de peso, diminui nossa massa muscular, diminui a velocidade de nossa função cognitiva, aumenta nossa labilidade emocional,  aumenta o nosso risco de doenças cardíacas e cérebros-vasculares , dor crônica e rigidez.

Através da  nossa avaliação médica personalizada reconhecemos  aonde existe este envelhecimento ou desequilíbrio hormonal  e tratamos com hormônios bioidênticos (hormônios com a mesma estrutura molecular de nossos  hormônios naturais). Em consequencia ao tratamento correto o organismo começa a funcionar com mais energia, também ocorre melhora da aparência física, de dentro para fora.

Alguns Hormônios Bioidênticos importantes:

Pregnenolona: é um neuro-hormônio mais importante do corpo humano, pois de acordo com a fisiologia e bioquímica humana ela é uma molécula fundamental para formação de hormônios essenciais para a vida saudável do adulto, é responsável pela formação do estradiol, da progesterona, do DHEA e da testosterona, também existe em abundancia nas mitocôndrias de células nervosas e da glândula supra renal. Como a maioria dos hormônios anabólicos ( formadores de tecidos) ele começa a declinar  após os 30 anos de idade. Estudos apontam que pregnenolona pode ajudar no processo da memória pois têm função de neurotransmissor  e estímulo da neurogênese (formação de neurônios novos) comprovado em estudos em animais, pois, ao contrário do que os neurociêntistas antigos afirmavam, o cérebro é capaz de formar neurônios novos. 

Hormônio DHEA: é o hormônio mais abundante no corpo humano, a produção chega ao seu pico por volta dos vinte anos. Daí em diante, quanto mais envelhecemos, mais cai o seu nível de DHEA. Ao 40 anos, o organismo produz metade de DHEA que produzia antes. O DHEA aumenta a energia, melhora a função imune, melhora o humor, melhora a função cognitiva. Estudos sugerem que, quanto menor o nível de DHEA da pessoa, maior o risco de morte por doenças relacionadas com o envelhecimento. O DHEA que é produzido pela glândula adrenal serve como matéria-prima para a fabricação de todos os outros hormônios importantes como o cortisol.

Hormônios da tireóide: Os hormônios tireoideanos agem em quase todas as células do corpo e controlam a taxa metabólica, os movimento do intestino (chamado de peristaltismo) e até mesmo a respiração celular. Quando envelhecemos os níveis de hormônios tireoidianos declinam. Baixos níveis de hormônios tireoidianos estão associados ao aumento da gordura corporal, diminuição da energia, frio em extremidades do corpo como mãos e pés, aumento do colesterol ruim e perda de memória. 

Testosterona na mulher: A testosterona apesar de ser um conhecido como “hormônio masculino” é encontrado tanto em homens como em mulheres, ainda que a quantidade de testosterona no corpo das mulheres seja muito menor, cerca de 20 a 30 x menos que nos homem, a testosterona na mulher têm fundamental importância na libido,  metabolismo de quebra de gorduras acumuladas como fonte de energia e ganho de massa muscular.

Testosterona para homens: A testosterona no homem é um hormônio produzido principalmente testículos do homem, através do estímulo de hormônio LH produzido por uma glândula situada na base do cérebro chamada de hipófise. Com o envelhecimento exixte uma queda progressiva da produção da testosterona. A diminuição da testosterona esta ligada ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, depressão,perda cognitiva, perda de massa muscular, aumento de gordura corporal e diminuição do libido e ereção masculina.

Progesterona: também conhecido como o hormônio da "fell-good". A progesterona  é produzida principalmente no ovários na mulher, testículos no homem e adrenais em ambos os sexos. A progesterona age em todo o corpo físico e emocional da mulher. Na parte emocional leva a mulher em um estado metal mais relaxado, sereno e sociavel, na parte física aumenta a densidade óssea ajudando a previnir a osteoporose, além de ser um diurético natural. É importante na mulher têr o equilíbrio entre o estrogênio e a progesterona.

Estrogênios: produção desse hormônio começa na adolescência, quando é responsável pelo aparecimento dos sinais sexuais secundários na mulher, e vai até a menopausa, quando existe uma queda abrupta da produção deste hormônio na mulher, já o homem apresenta níveis menores mas relativamente estável de estrogênio na vida adulta. Na menopausa a falta de estrogênio causa as ondas de calor, além de favorecer a depressão, perda de memória, perda lubrificação vaginal, perda da libido, diminuição do brilho da pele e uma redistribuição de gordura corporal para partes caracteristicamente mais masculinas, ou seja, na barriga e osteoporose. O estrogênio estimula o crescimento de todos os ossos longos  na adolescencia e fortalecimento ósseo na idade adulta. Estudos recentes têm associado a diminuição do estrogênio com o Mal de Alzheimer, considerando que estrogênio produzido naturalmente pelo nosso organismo é neuroprotetor.

Hormônio Cortisol: é um hormônio corticosteróide produzido pela glândula supra-renal que está envolvido na capacidade de resposta ao estresse. É um hormônio essencial para a qualidade e vida, sua deficiência causa sintomas como fadiga, depressão, inflamação e hipotensão. Sua quantidade em níveis adequados no sangue são responsáveis pelo aumento de energia (coloca a glicose no sangue para ser utilizado), manutenção da pressão sanguinea e diminuição da inflamação. Outras funções importantes do cortisol esta na área mental como o aumento da resistências a situações de estress com melhora da capacidade e trabalho e controle da liberação de adrenalina pela sua capacidade de regular o sistema nervoso simpático. É importante saber que o cortisol deve estar em maior quantidade pela manhã e diminuir lentamente sua concentração no decorrer do dia, a inversão deste padrão, ou seja diminuição do cortisol pelas manhã e aumento no período da noite, também deve ser corrijido.

Hormônio de crescimento (GH) recombinante: também conhecido como "cell generator" ou " hormônio master".  Recentes estudos têm demonstrado que o GH pode reverter alguns aspectos importantes do envelhecimento. Baixos níveis de GH no adulto esta correlacionado a perda da qualidade de vida como cansaço, baixa auto estima, depressão, aumento da gordura corporal, osteopenia, diminuição da resistência da atividade física e aumento da mortalidade. É importante que a reposição de GH seja feito quandos seus níveis estão baixos, e não para fins tão somente da melhora da performance atlética.

Melatonina:é um neuro-hormônio produzido  no cérebro por uma pequena glândula chamado de Pineal tem como principal função regular o sono, uma espécie de sinal biológico para a chegada da noite, permitindo que o organismo sincronize seu funcionamento com o passar do dia e da noite. Apartir dos 20 anos de idade  em média ocorre diminuição de melatonina entre 10 a 15% a cada década de vida, por isso que com a idade aumenta-se a chance de outros problemas como insônia. Recentes descobertas em relação a melatonina tem evidenciado, outras funções importantes além da própria regulação do sono, a melatonina desempenha potente ação antioxidante cerebral (protetor de tumor cerebral), função importante no antienvelhecimento (anti-aging).

Dra Andrea Nunes - gerontóloga e  coordenadora de Educação e Pesquisa do programa de medicina e envelhecimento do Centro Médico Athenas localizado no Rio de Janeiro (21-34398999) e Londrina ( 43-33238744). email: centromedicoathenas@gmail.com

 

 
 
 
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